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Não existe neutralidade na ética
Publicado em 2015-08-21

A Bíblia indica que os incrédulos têm pressuposições que são diametralmente opostas às dos crentes e essa situação deve levar a conclusões totalmente diferentes com respeito a Deus e sua criação. Dialogarmos com incrédulos em termos de princípios “neutros” ou não religiosos de ética seria confirmar o incrédulo em sua atitude autônoma e de ódio contra Deus e faria de nós mentirosos com respeito à lei natural.

Visto que Deus criou todas as coisas por, para e por meio de Cristo (Colossenses 1: 16) e visto que Ele sustenta todas as coisas (Colossenses 1: 17; Hebreus 1: 3), seria impossível interpretar qualquer fato sem uma falsificação básica, se tal fato não for considerado em sua relação com Deus o Criador e com Cristo o Redentor. Se isso é verdade com respeito à ciência, matemática e história, quanto mais é verdadeiro com respeito à ética. É somente na luz de Deus que vemos a luz (Salmos 36: 9) e, dessa forma, somos informados que o conhecimento do Santo traz entendimento (Provérbios 9: 10). Tentativas de neutralidade nos pressupostos não apenas são epistemologicamente impossíveis, mas são também moralmente desobedientes.

Paulo disse que devemos trazer todo pensamento cativo ao senhorio de Cristo (2 Coríntios 10: 5). Isso significa temer a Deus, que é o princípio da sabedoria (Provérbios 9: 10), e usar a Escritura, que é “a chave do conhecimento” (Lucas 11.52). Rejeitar deliberadamente os meios de Deus para o conhecimento e sabedoria é algo moralmente repreensível.

Por isso, queridos irmãos, ao avaliarmos as esferas de soberania deste mundo, nunca deixemos de pensar sob a ética de Deus. Sua palavra está acima de qualquer filosofia, sistema educacional ou econômico. O que deve moldar nossa ética são os conceitos de Deus. Deixe Ele moldar sua mente, não endureça seu coração quanto à verdade que desde a criação tem preservado e dirigido a história da humanidade. O restante é ação diabólica que pretende confundir se possível até os eleitos. (Mateus 24: 24)

Sempre para Glória de Deus


Pr. Artur Coelho




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