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O Dia de Finados
Publicado em 2016-10-28

Como Josué e Davi disseram, há um caminho que, invariavelmente, todos os homens seguirão até que Jesus Cristo volte à terra de uma forma visível (Josué 23.14; I Reis 2.2 e I Coríntios 15.52, 52), com duas exceções concedidas por Deus (Enoque – Gênesis 5.24 e Elias – II Reis 2.11). Que caminho é este? É o caminho da morte por causa do pecado (Gênesis 3.19).

A morte física é uma realidade na história da humanidade. A morte física significa a separação entre a carne e o espírito. O corpo humano, criado do pó da terra por Deus, volta ao pó, e a alma, dada pelo Senhor, vai para a eternidade prestar contas ao seu Criador (II Coríntios 5.10 e Romanos 14 12). Ninguém deixa de cumprir este caminho. Diante desta realidade, convém que reflitamos sobre a vida humana antes e após a morte.

Nesta vida terrena, devemos lembrar que temos um Deus que nos criou, que nos sustenta, que fez tudo para que pudéssemos vencer o pecado e ter uma vida feliz e abençoada. Pela fé e obediência a Deus, o homem tem uma vida que agrada a Deus. Pela incredulidade e desobediência, o homem tem uma vida que contraria a vontade de Deus. Em Eclesiastes 12.13, 14, Salomão conclui: “Este é o fim do discurso: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos, porque isto é o dever de todo o homem; porque Deus há de trazer a juízo toda a obra, e até o que está encoberto, quer seja bom, quer seja mau.”

As decisões do homem são fundamentais no que diz respeito à eternidade. Se ele crer em Jesus Cristo como seu único e suficiente Salvador, tem o perdão dos seus pecados e a certeza da salvação eterna. Ao rejeitar a Cristo como Salvador, já está condenado por seus pecados (João 3. 18). Após a morte, o destino eterno do homem está selado: “Aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo depois disso o juízo.” – (Hebreus 9.27).

Após a morte do homem, nada mais pode ser feito em seu favor para mudar o seu estado eterno. Na parábola do Rico e de Lázaro, Jesus deixa bem clara esta verdade. Os que morreram já estão num dos dois lugares eternos, sem possibilidade alguma de mudança. 

Quando chegar a hora de seguir o caminho de todo o homem, qual será o nosso lugar eterno? Isto depende de crer ou não crer em Jesus Cristo como único e suficiente Salvador.

Pr. Miguel Horvath




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