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Lidando com burnout
Publicado em 2016-06-03

Esta é uma palavra que está na moda e seu significado pode ser muito bem entendido como esgotamento. Ela diz respeito a situações da vida que desgastam a nossa alma e geram um sentimento de apatia, tédio, abatimento, cansaço, desgaste, frieza e uma desmotivação pela vida marcante – e, em alguns casos, paralisante.

Diante de tudo isso, o que fazer? Onde encontrar forças para suportar, reagir e superar o “burnout”? Antes de tudo, é bom saber que homens de Deus experimentaram o esgotamento, mas melhor ainda é saber como eles lidaram com isso.

Davi experimentou o “burnout”. “Salva-me, ó Deus, porque as águas me sobem até à alma. Estou atolado em profundo lamaçal, que não dá pé; estou nas profundezas das águas, e a corrente me submerge. Estou cansado de clamar, secou-se-me a garganta; os meus olhos desfalecem de tanto esperar por meu Deus.” – Salmos 69: 1 - 3.

Mas Davi lidou com o esgotamento mediante a confiança e a fé em Deus. Primeiramente orando. “Quanto a mim, porém, SENHOR, faço a ti, em tempo favorável, a minha oração. Responde-me, ó Deus, pela riqueza da tua graça; pela tua fidelidade em socorrer. Livra-me do tremedal, para que não me afunde; seja eu salvo dos que me odeiam e das profundezas das águas.” – Salmos 69: 13 e 14.

Depois, confiou no Senhor e se refugiou no recôndito do Pai. “Quanto a mim, porém, amargurado e aflito, ponha-me o teu socorro, ó Deus, em alto refúgio.” – Salmos 69: 29.

E por fim, adorou ao Senhor pelo Seu amor leal e Sua prontidão em socorrê-lo. “Louvarei com cânticos o nome de Deus, exaltá-lo-ei com ações de graças. Será isso muito mais agradável ao SENHOR do que um boi ou um novilho com chifres e unhas. Vejam isso os aflitos e se alegrem; quanto a vós outros que buscais a Deus, que o vosso coração reviva. Porque o SENHOR responde aos necessitados e não despreza os seus prisioneiros.” – Salmos 69: 30 - 33.

Querido leitor, não há esgotamento que o Senhor não possa exaurir. Não há apatia que Ele não possa estimular. Não há abatimento que Ele não possa entusiasmar. Não há cansaço que Ele não possa energizar. Não há desgaste que Ele não possa vigorizar. Não há frieza que Ele não possa afeiçoar. Não há desmotivação que Ele não possa estimular. Por fim, não há paralisia que Ele não possa agilizar.

Pr. Darcy Sborowski Junior




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